• A dança devolve leveza aos movimentos, força ao corpo e equilíbrio à mente

    Publicado em 14.10.2026 às 11:05

    Mais do que exercício, a dança pode ser a atividade que faz uma pessoa voltar a se movimentar e, pensando nisso, Cleuza Ferreira Alves, 52 anos, passou a frequentar aulas de FitDance duas vezes na semana. A decisão parece simples, mas carrega uma história difícil. Mãe de quatro filhos, ela enfrentou depressão, crises de ansiedade e de pânico. Hoje, conta que, quando dança, consegue deixar os problemas bem longe. “Quando estou dançando, não penso em mais nada, só em seguir os passos da coreografia e conseguir finalizar a atividade com alegria”, resume.
    Para ela, o efeito começa antes mesmo dos primeiros passos. Ela conta que ao se concentrar na sequência dos movimentos, na música e em acertar cada passo, muda o foco por alguns minutos. Ao final, diz que se sente mais leve. “É uma terapia para mim”, afirma, ao descrever uma atividade que também a ajudou a criar compromisso com uma rotina mais saudável física e mentalmente.
    A experiência individual encontra respaldo no que a ciência já conhece sobre a atividade física. A Organização Mundial da Saúde (OMS) relaciona a prática regular a benefícios para o coração, condicionamento físico, sono, saúde cognitiva e mental. A dança pode entrar nessa conta por combinar movimento corporal com música, coordenação, atenção e convivência social.
    “O efeito da dança vai muito além da estética, alcança aspectos relacionados ao cérebro e ao bem-estar. A atividade física contribui para memória, atenção, raciocínio, sono e saúde mental, enquanto a dança acrescenta expressão corporal e socialização”, explica a psicóloga da Hapvida, Karina Siqueira. Ela destaca que essa combinação pode tornar o exercício mais agradável e facilitar a criação de uma rotina mais leve e menos estressante, embora a dança não substitua tratamento psicológico ou médico quando necessários.
    O cirurgião cardiovascular e diretor médico do Hospital América de Goiânia, Wesley Medeiros, explica que a dança movimenta grandes grupos musculares e eleva a frequência cardíaca e a demanda de oxigênio, podendo contribuir para o condicionamento cardiorrespiratório e para o controle de fatores de risco. “Os resultados, porém, dependem da frequência, duração e intensidade da atividade e das características de cada pessoa”.
    E há ainda um efeito que não aparece em uma ficha de exercícios: a vontade de continuar. Cleuza já fazia atividade funcional e musculação, mas foi na dança que encontrou uma experiência que considera “libertadora” e “gratificante demais”. 
    A recomendação da OMS para adultos é acumular de 150 a 300 minutos semanais de atividade física aeróbica moderada, ou de 75 a 150 minutos de atividade vigorosa, além de exercícios de fortalecimento muscular em pelo menos dois dias da semana. Mas, para quem está parado, o primeiro passo pode ser mais simples: encontrar uma atividade possível e prazerosa. Para Cleuza, foi a dança que abriu essa porta. Não para apagar o que viveu, mas para voltar a se movimentar e encontrar, no meio da rotina, um pouco mais de leveza.

    Sobre a Hapvida 
    Com mais de 80 anos de experiência, o Grupo Hapvida é hoje o maior ecossistema de saúde da América Latina. A companhia possui mais de 75 mil colaboradores e atende quase 16 milhões de beneficiários de saúde e odontologia espalhados pelas cinco regiões do Brasil. 
    Todo o aparato foi construído a partir de uma visão voltada ao cuidado completo, com mais de 800 unidades espalhadas pelo Brasil, incluindo 84 hospitais, prontos atendimentos, clínicas médicas, centros de diagnóstico e coleta laboratorial, além de espaços especificamente voltados ao cuidado preventivo e crônico. 
    Dessa combinação de negócios, apoiada em qualidade médica e inovação, resulta uma empresa com os melhores recursos humanos e tecnológicos para os seus clientes.