• Documentário “João Leite, Um Rio em Riscos” estreia em Anápolis com alerta sobre os desafios de preservação do manancial

    Publicado em 25.09.2026 às 13:09

    O Rio João Leite está no centro do documentário “João Leite, Um Rio em Riscos”, que estreia nesta quarta-feira, 30 de setembro, às 19h, no Cine Sibasolly, em Anápolis. A entrada é gratuita.

    Com roteiro e direção de Edson Nunes, o documentário tem produção executiva de Eunice Lara e coordenação de produção de Allan Francisco, Edson Nunes e Eunice Lara. O filme lança um olhar sobre o rio, sua importância ambiental e os riscos que ameaçam sua preservação.

    A partir de imagens do próprio território e de diferentes perspectivas sobre o manancial, o documentário propõe uma reflexão sobre a relação entre a sociedade e um dos recursos hídricos fundamentais para o abastecimento da população. Mais do que registrar a paisagem, o filme busca chamar a atenção para as transformações provocadas pela ação humana e para a necessidade de preservar as nascentes, o curso do rio e as áreas que compõem sua bacia hidrográfica.

    Cinema como instrumento de diálogo ambiental
    Além da produção do documentário, o projeto deu origem ao 1º Festival Cine Diálogo do Meio Ambiente, realizado neste mês de setembro também no Cine Sibasolly, em Anápolis.

    Em sua primeira edição, de caráter piloto, o festival reuniu 12 filmes documentais e experimentais realizados por cineastas goianos, criando um espaço de exibição e diálogo em torno de questões ambientais.

    A edição piloto deverá servir como parâmetro para as próximas edições do festival, a partir da experiência de organização, seleção e exibição dos filmes e da relação estabelecida com o público.
    A iniciativa amplia a proposta do documentário: utilizar o cinema não apenas como forma de registro, mas também como instrumento para provocar reflexão e debate sobre a preservação ambiental.

    A estreia de “João Leite, Um Rio em Riscos” encerra esse ciclo de ações com uma sessão gratuita no Cine Sibasolly.
    O projeto foi contemplado pela Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura (PNAB), por meio da Secretaria de Estado da Cultura de Goiás.